Denunciamos os Inimigos da Educação Pública de Mato Grosso do Sul que aprovaram a PEC 55

Através do voto, é possível ao eleitor e ao cidadão escolher uma pessoa que o representará em algumas das instituições políticas por um período determinado. Essa escolha, na forma ideal, deve ser feita com consciência política e após uma análise das propostas do candidato e de sua viabilidade de aplicação, além do histórico pessoal e político do candidato.

É pela democracia brasileira que a nossa esperança persiste, pois vemos claramente que com o poder do voto é possível fazer mudanças, por isso estamos em campanha constante contra os ‘Inimigos da Educação Pública de MS’,  todos os deputados e senadores que votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016 – que trata do teto dos gastos públicos e vai congelar por duas décadas (20 anos) os investimentos em educação e saúde pública. No Senado a PEC tramitou com a numeração 55/2016.

A PEC 55, aprovada no dia 13 de Dezembro de 2016, nos remete a 13 de dezembro de 1968, quando foi instituído o AI-5 (Momento mais duro do regime militar (Ditadura), dando poder de exceção aos governantes para punir arbitrariamente os que fossem inimigos do regime ou como tal considerados). Dois momentos em que o nosso país sofreu duros golpes a Constituição Brasileira e os direitos da classe trabalhadora foram totalmente desconsiderados.

Nesta quarta-feira (14 de Dezembro de 2016), um dia após a vergonhosa votação no Senado Federal da PEC 55, que como prevíamos foi aprovada e com os votos favoráveis dos senadores Waldemir Moka (PMDB), Simone Tebet (PMDB) e Pedro Chaves (PSC), queremos alertar toda a classe trabalhadora sul-mato-grossense que NÃO TEMOS REPRESENTAÇÃO no Senado e que os nossos parlamentares nos envergonham ao apoiar o fim da valorização do serviço público e também dos investimentos em educação e saúde.

A Classe Trabalhadora desse país não pode pagar a conta dos altos custos da classe política e da elite brasileira. Ficamos a todo o momento nos questionando o porquê da não taxação das grandes fortunas, por exemplo, que resolveria boa parte dos problemas econômicos do Brasil.

Nossa luta continua e os deputados federais Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionizio (PSDB), Geraldo Resende (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Tereza Cristina (PSB) – que aprovaram a PEC 241 na Câmara Federal - e os senadores Waldemir Moka (PMDB), Simone Tebet (PMDB) e Pedro Chaves (PSC), sempre serão lembrados como ‘Inimigos da Educação Pública’. Onde estivermos, na mobilização que fizermos e no material que formos distribuir, o rosto deles estarão e os nomes serão amplamente divulgados, pois não admitimos que um parlamentar eleito pelo povo, trabalhe contra ele quando exerce o seu cargo.

“O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação”. Oscar Wilde

Saiba mais sobre a PEC AQUI

Direção da FETEMS

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