A Reforma Trabalhista não está sozinha, faz parte do conjunto de reformas de um governo que retira direitos dos(as) trabalhadores(as)

A nossa Federação já há algum tempo encaminha este debate aos trabalhadores e trabalhadoras em educação e a outros ramos de atividade.

Muitos companheiros e companheiras duvidavam que seria possível um governo ilegítimo, fazer caminhar no Congresso Nacional reformas que seriam tão danosas aos(as) trabalhadores(as).

Porém, neste momento de crise econômica produzida por uma politica econômica recessiva e grave crise politica, diante do quadro de corrupção denunciado por empresários, a classe trabalhadora está assistindo que tudo aquilo que nós dizíamos está sendo aprovado contra nossos direitos. Implantando no Brasil uma política de Estado Mínimo que favorece a uma elite de empresários detentores de mais de 90% do Produto Interno Bruto brasileiro.

Mais uma vez alertamos aos(as) trabalhadores(as) que aquilo que aparenta  não afetar o(a) trabalhador(a) em educação pública, pelo fato de sermos estatutários terá uma impacto direto. Pois a reforma Trabalhista articulada com as demais reformas, como a terceirização e outras, facilitará o desejo de muitos gestores de terceirizar parte de Educação Pública.

Portanto abre as portas para o desmonte da Educação gratuita e para todos,construída com muita luta pelos cidadãos brasileiros. Uma educação democrática, de inclusão, corre o risco de agora em diante tornar-se mais uma oportunidade para as famosas Organizações Sociais(OSs) e transformar a nossa Educação Pública em mais um produto comercial visando lucro para as empresas, desprezando os direitos trabalhistas dos profissionais em educação.           
                             

FETEMS

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