O Presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS), Professor Jaime Teixeira, a Vice-Presidenta, Professora Deumeires Morais e diretores, participaram na manhã deste sábado, 29 de março, da manifestação contra a anistia dos condenados pelo ato de 8 de janeiro de 2023 e pela defesa da democracia e do estado democrático de direito, que aconteceu na manhã deste sábado em Campo Grande. Participaram ainda da mobilização a Central Única dos Trabalhadores (CUT) a frente Brasil Sem Medo, o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), entre outras.
Os membros da FETEMS e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), se concentraram na sede da Federação com a organização de uma grande carreata até a Praça do Rádio Clube, no centro de Campo Grande, para se encontrar com outros trabalhadores e trabalhadoras dos movimentos sociais e sindicais, onde reuniu cerca de 500 pessoas, em defesa da democracia e sem anistia para os condenados pelo ataque ao Palácio do Planalto, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional no dia 8 de janeiro de 2023.
Na Praça do Rádio, no Centro, os manifestantes participaram do ato. Dirigentes sindicais e representantes de partidos de esquerda se revezaram para discursar contra o projeto de anistia para os presos e condenados pela invasão e depredação dos prédios dos três poderes em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023.
A Vice-Presidenta da FETEMS, Professora Deumeires Morais, disse que ataques como o que aconteceu no dia 8 de janeiro de 2023 não podem passar sem punição. “A nossa democracia foi brutalmente atacada no ataque aos poderes constituídos do nosso País. A punição aos culpados tem que ser aplicada e neste caso somos totalmente contra a anistia”, defende.
O Presidente da FETEMS, Professor Jaime Teixeira disse que é importante a classe trabalhadora defender a democracia e que considera que o golpe contra o estado democrático de direito é um crime bárbaro contra a sociedade e que é preciso que os responsáveis sejam julgados e se forem culpados, que paguem pelos crimes.


